entramos sem saber como no nosso umbigo e depois não conseguimos sair dele. esburacamos tanto que não há fundo que nos valha. bem vistas as coisas é assim que sabemos que estamos vivos dentro de nós. de outra forma sairíamos para o mundo e depois teríamos que começar a pensar nele e nas pessoas que estão nele. e nas pessoas dentro dessas pessoas, e nos concretos factos da vida de todos eles. que chatice seria se não houvessemos nós aqui a desconstruirmo-nos antes que consigamos desconstruir o resto. vamos por partes. primeiro eu. depois o resto. o bom disto tudo é esta liberdade narcisista de sermos sem que ninguém saiba nada de nós. aparentemente somos todos fantasmas aqui. por enquanto é bom. vou encher-nos de mar até nos afogarmos juntos.sexta-feira, 20 de julho de 2007
entramos sem saber
entramos sem saber como no nosso umbigo e depois não conseguimos sair dele. esburacamos tanto que não há fundo que nos valha. bem vistas as coisas é assim que sabemos que estamos vivos dentro de nós. de outra forma sairíamos para o mundo e depois teríamos que começar a pensar nele e nas pessoas que estão nele. e nas pessoas dentro dessas pessoas, e nos concretos factos da vida de todos eles. que chatice seria se não houvessemos nós aqui a desconstruirmo-nos antes que consigamos desconstruir o resto. vamos por partes. primeiro eu. depois o resto. o bom disto tudo é esta liberdade narcisista de sermos sem que ninguém saiba nada de nós. aparentemente somos todos fantasmas aqui. por enquanto é bom. vou encher-nos de mar até nos afogarmos juntos.
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